O preview é contrato.
A lista mostra o nome de agora e o nome depois, para todos os arquivos, atualizando a cada tecla. O que está na tela é exatamente o que o disco vai receber. Não existe "aplicar e ver no que dá".
O NameShift monta o nome novo com as regras que você combina, mostra a lista inteira antes de tocar no disco, e desfaz tudo com um clique se você mudar de ideia.
macOS 13 ou superior · teste de 15 dias, sem cadastroRenomear não converte o arquivo: ele continua o que era, só passa a se anunciar diferente.
As regras à esquerda, o resultado à direita — a mesma tela que você vai usar.
Todo mundo já fez: seleciona os arquivos, manda renomear, e descobre depois que dois viraram o mesmo nome, que a numeração pulou, que a extensão sumiu. O estrago aparece uma semana depois, quando o cliente pede o arquivo.
A regra que parecia certa junta dois arquivos no mesmo nome. Um deles some — e você descobre quando o cliente pede.
Ordem por data aqui, por nome ali, e a sequência sai com buracos. Refazer é abrir a pasta inteira de novo.
Renomeou, fechou, acabou. Sem registro do que era antes, o "desfazer" vira trabalho manual de uma tarde.
Você monta a receita à esquerda e lê o resultado à direita, arquivo por arquivo, enquanto digita.
Localizar e substituir, inserir texto, remover texto, numerar, MAIÚSCULAS/minúsculas e extensão. Cada uma é um cartão: arraste para trocar a ordem, desligue no check para testar sem perder a configuração. A ordem importa — e ela fica à vista.
A lista mostra o nome de agora e o nome depois, para todos os arquivos, atualizando a cada tecla. O que está na tela é exatamente o que o disco vai receber. Não existe "aplicar e ver no que dá".
Se dois arquivos fossem cair no mesmo nome — ou se o nome já existe na pasta — as linhas ficam vermelhas e o botão de renomear não funciona até você resolver. A comparação ignora maiúsculas, porque o disco do Mac também ignora.
Cada operação vira um registro com o de-para de cada arquivo. Um clique em "Desfazer última" devolve todos os nomes antigos. E a troca acontece em duas etapas, então trocar o nome do A pelo do B (e vice-versa) simplesmente funciona.
A lista abre ordenada por nome. Clique no cabeçalho para inverter, ou arraste uma linha para onde ela deveria estar — a numeração segue a ordem que está na tela, não a que o sistema achou melhor.
Renomear não converte arquivo. Trocar .png por .jpg muda só o rótulo — o arquivo continua sendo o que era, e o NameShift avisa em âmbar quando você pede isso. Nada é reescrito, recomprimido ou movido de pasta: o conteúdo é seu e fica intacto.
O cartão entrega DSC_0431. O cliente quer "Casamento Ana e Rui — 001". São 600 arquivos e o nome tem que sair certo na primeira vez.
Cada turma com seu prefixo, numeração contínua entre pastas, e a mesma receita repetida no evento seguinte sem refazer nada.
Padronizar anos de material que chegou de câmeras diferentes: extensões em caixa alta, prefixos antigos, nomes que ninguém acha na busca.
Contrato, áudio, vídeo, PDF do financeiro. O NameShift mexe no nome — o que está dentro não é da conta dele.
Sem assinatura. A versão que você recebe hoje funciona para sempre; um ano de versões novas vem incluído.
Vale para 2 Macs. Cada Mac a mais custa R$ 39, e você escolhe quantos na hora da compra.
Comprar licençaNovas versões durante um ano. Depois disso o app não para: só deixa de receber versão nova.
Baixa e usa com seus próprios arquivos. Sem e-mail, sem cartão, sem conta.
Teste 15 dias com seus próprios arquivos. Sem cadastro, sem cartão.
Baixar para MacmacOS 13 ou superior · Intel e Apple Silicon · Versão 1.0.2 · 4,4 MB